quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Centenário das Assembleias de Deus no Brasil: Festas e Críticas


Por estarmos no ano da comemoração do centenário das Assembleias de Deus no Brasil, e por causa da vergonhosa briga pelo poder na Igreja de São José dos Campos (mais informações no Blog Fronteira Final), resolvi postar novamente um texto que escrevi em maio do ano passado. Na época, ele foi interpretado como áspero por uns e verdadeiro por outros, mas acredito que agora, diante das iminentes festas do centenário e o recente e ilustrativo caso “Sellari-Câmara” na Assembleia de Deus em São José dos Campos, poderemos fazer novas leituras e reflexões.

Bom, vamos ao texto...

Durante as comemorações dos 500 anos da “descoberta” lusitana do Brasil, muitas perguntas me sobrevieram. Entre essas, a mais incomodante e, por sua vez, essencial para aquele momento, foi esta: “comemorar o quê?”. O estupro histórico conceituado como colonialismo? A inglória das ditaduras? A hipocrisia da cultura do “fácil-corrupto-agradável”, materializada desde as microrrelações cotidianas chegando ao nosso circo parlamentar? Na época eram tantos motivos de anticomemoração, que restava unicamente o silêncio e o reconhecimento do opróbrio e vergonha.

Quando me deparo com o que se transformou a Assembleia de Deus, tenho um sentimento parecido. E, ao ler sobre seu centenário sou instigado a fazer a mesma indagação: O que comemoraremos? A assimilação maligna da lógica egocêntrica, pragmática e dissimulada de nosso tempo? O enrijecimento institucional? E com isso a estagnação obscurantista e o estabelecimento da politicagem fria e dissimulada?

Sei que tivemos muitos momentos honrosos em nossa história, mas não podemos viver do passado. O passado é monumento sinalizador, que perde o sentido de ser quando no presente não sinaliza mais. Não comemoramos somente o passado, mas o que somos depois de toda a caminhada até o hoje. Se no processo muito se perdeu, o passado não se justifica por si mesmo, mas se desfigura e torna-se uma história outra, um objeto não identificado, uma realidade separada, ou seja, passado morto – Não podemos esquecer que no Cristianismo se comemora a ressurreição e a vida e não a morte.

Quando olho nossa bleia, tenho quase que nojo. “Nojo” parece ser um pouco exagerado, mas é a única expressão que me vem na mente quando lembro de nossas Convenções, Congressos (cheios de pregadores bajuladores - um bando de palhaços animadores de público; ver o 1º post nesse blog) e Reuniões Institucionais. Tornou-se insustentável a presença de “pastores-empresários” donos de reinos, mas longe dos interesses do Reino. É quase insuportável olhar calado para nossos supostos líderes, bem arrumados, com ternos finos, gravatas caras e carros invejados, mas com a alma vendida, com intenções sujas e podres, ávidos pelo poder. Eu não aguento mais dar a paz do Senhor, onde o senhor não é Cristo. Não suporto mais abraçar esses seres e chamá-los de irmãos, porque o nosso pai não é o mesmo.

Cem anos! Meu Deus, cem anos! Cem anos de entropia – não da acumulação de membros e proliferação de templos (nisso a Assembleia cresce muito), mas da vergonha na cara, da piedade, da justiça e da verdade na instituição que fazemos parte. Como gostaria que Deus levantasse outros Oséias, Amós, Miquéias. Como gostaria que Deus colocasse outros Jeremias na frente dos templos para gritarem a todos e todas, sem medo, as mazelas que rodeiam nossa bleia... Acho ser o mais coerente, antes mesmo de a liderança pensar em festas, buscar, cada um, seu pano de saco e cinzas para lamentarem amargamente pelo que fizeram da Assembleia de Deus. O mais sensato, para todos nós, seria ajoelharmos diante do quadro pintado nesses anos todos e chorarmos por nós e nossos filhos!

Sem isso, tornar-se-á a maior hipocrisia do mundo qualquer união simbólica para as comemorações do centenário. Melhor seria a reunião de todos para uma sincera expressão de arrependimento, e promessa coletiva de profundas mudanças e transformações.

28 comentários:

  1. Estou de olho, qdo vc citou pastores, lembrou somente de Selari-Camara?

    Noossa! e o JW que é o principal de toda esa confusão, vc nem lembrou?


    Ah, o que vc acha de Pr. Paulo Freire nao se desligar da presidnecia da Igreja em Campinas para ser Deuputado Federal?

    o que vc acha de JW querer meter seu filho Jr. guela abaixo como proximo presidnete da CGADB?

    isso pra nao falar em temas mais serios e polemicos de JW, e vc vem so falar do caso de São José, caso este que tinha JW por traz?

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  2. Vc nao falou em CGADB nesse post!
    olha falar de crise no centenário e nao falar da CGADB e de seu presidente, é no mínimo falta de compromisso com a verdade ou desinformado!

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  3. Aamdo faltou falar sobre as AGO's da CGADB e dos cheques sem fundos em Vitória!
    Faltou falar tbm da renuncia do 1º tesoureiro da CGADB e os motivos que o levaram a isso!

    Que tal ser mais coerente e escrever outro post?

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  4. Meu irmão! Parabens pelo post!

    Vi outro dia um texto sobr eo memso assunto, e tomo a liberdade de reproduzi-lo aqui, certamente irá enriquecer ainda mais seu post:

    DIAS MAUS NA ASSEMBLÉIA DE DEUS.
    Com o falecimento do Pr. Alcebíades A. Pereira, assume a CGADB, em 1988, o Pr. José W. Bezerra da Costa. No ano de 1990 foi pela primeira vez eleito Presidente da CGADB, o que veio a ser a primeira pedra do alicerce da construção da oligarquia Bezerra da Costa, que perdura até hoje.
    Oligarquia é o regime político em que o poder é exercido por um pequeno grupo de pessoas do mesmo partido, classe, ou família. O mal da oligarquia é que o interesse familiar prevalece sobre a maioria.
    De encontro fraternal as Convenções pastorais logo se tornaram em mera agenda política do Pr. José W. Bezerra da Costa com vista à eleição seguinte. Como nos antigos principados em que o Príncipe precisava do apoio dos Barões para firmar o seu poder, o mesmo fez o Pr. José W. Bezerra da Costa ao estabelecer o seu principado novo. As alianças se deram em torno de cargos na Mesa Diretora da CGADB, basta ver o número de vices e tesoureiros com assento no núcleo do poder.
    Um gesto clássico da política de cooptação do Pr. José W. Bezerra da Costa se deu em Mato Grosso. Determinado Pastor da AD em Cuiabá desligou-se da Convenção por divergência doutrinária acerca de usos e costumes, ferrenhamente defendidos pelo atual Presidente Estadual. Este, após receber honrosa homenagem do Pr. José W. Bezerra da Costa por seu zelo às tradições da Assembléia de Deus, logo viu o Ministério fundado pelo referido Pastor ser ligado a CGADB.
    A oligarquia Bezerra da Costa, no entanto, vem sendo questionada por jovens lideranças da Igreja, cujo expoente desse movimento é o Pr. Presidente Samuel Câmara, PA, o qual, nas duas últimas eleições ameaçou o seu domínio Na verdade a derrocada, em breve, da oligarquia Bezerra da Costa se dará muito mais pelos vícios próprios desse regime: desrespeito a ordem, nepotismo com rosto de sucessão, e autoritarismo, do que pela virtude do seu adversário.
    O desrespeito a ordem se escancarou de vez com o anúncio da renúncia do 1º. Tesoureiro da CGAD, eleito em 24 de Abril de 2010, em Serra-ES, Pr. Antonio Silva Santana. Segue trecho da carta renúncia: ¨Considerando que fui eleito como Primeiro Tesoureiro da mesa diretora da CGADB, em 24 de abril de 2009, por ocasião da 39ª Convenção das Assembléias de Deus no Brasil, realizada em Serra/ES; Considerando que só tomei posse em 29 de julho de 2009, e não sendo me entregue os documentos fiscais, contábeis e bancários, e principalmente, relatórios da situação financeira, fiscal e contábil da CGADB até a posse¨. Segundo, com o protocolo na Justiça feito por vários pastores solicitando a prestação de contas da CGADB. Terceiro pela advertência do Conselho Doutrinário da CGADB feita ao Pr. José W. Bezerra das Costa por causa da publicação pela CPAD da Bíblia de Estudos Dake, recheada de heresias, mesmo com o parecer contrário daquele órgão.
    Quanto ao nepotismo, suspeita-se que a pretensão do Pr. José W. Bezerra da Costa é de alçar ao topo da CGDB o seu filho José W. Bezerra da Costa hoje estrategicamente instalado nos cargos de Presidente do
    autor:
    Milton Figueirêdo Jr.
    Membro AD Sinop – MT.

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  5. Irmão!

    Os tres primeiros posts são meus, me perdoe pela forma agrssiva que me referia a sau pessoa.
    Sinceramente estou arrependido, se o imrão quiser deletar, ficarei agardecido, e se nao, fica aqui meu pedido de perdão.

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  6. olá colegas comentadores,

    deixai-me fazer algumas colocações. O texto não trata de situações específicas. A crítica é geral, uma espécie de raio-x da Bleia no Brasil. Dentro das minhas críticas entram a CGADB, a família “JW”, os golpes políticos e etc. Quando escrevi o texto (maio de 2010) não me referi a caso nenhum em particular. Citei o caso de S. José dos Campos como ilustração e não tomei partido de nada. Esse serviu simplesmente como incentivador para a (re)postagem. Tudo que falei acaba servindo para AGO’s, CGADB, Congressos grandiosos, politicagens, nepotismos etc. dentro da instituição. Então, não preciso escrever outro texto e incluir os nomes específicos de alguém ou de algum órgão das Assembleias de Deus, isso tudo já está incluído implicitamente no texto. Todos,repito, todos estão no bojo da crítica, porque foram eles que transformaram a Bleia no que é hoje.
    O nome Sellari-Câmara só serviu de motivador, e não tem o objetivo de acobertar JW e seu grupo da culpa no atual caso. O caso nem é tratado no post.
    abraço

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  7. olá Anônimo (o que citou o texto de Milton F.),

    O texto que vc citou diz que “De encontro fraternal as Convenções pastorais logo se tornaram em mera agenda política do Pr. José W. Bezerra da Costa com vista à eleição seguinte”. Isso mostra o processo de degeneração que sofreu a Convenção. No meu texto eu mostro como esse processo aconteceu na Bleia em geral. Seu comentário contribui muito, e dá um exemplo da entropia de um setor da nossa denominação. Isso aconteceu e continua acontecendo em vários outros níveis e setores da Bleia.

    Sobre o resto do texto, acho que tanto JW como Câmara contribuem para a relevância das críticas que fiz no texto. Nele, fiz críticas gerais, como falei acima, que servem para os da “direita” como os da “esquerda”, entende?

    Abração

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  8. Olá Anônimo,
    Sem problema. Não há nada para ser perdoado. Não achei o teu comentário ofensivo, ele serviu para nossa reflexão. Esteja sempre à vontade para comentar. Eu respondi teus comentários, você leu? A resposta os seus argumentos servirá para os outros, por isso os deixei postados, Blz?

    abraço

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  9. Ok meu irmão!
    Entndi e concordo plenamente com sua resposta.

    Abraços!

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  10. vai orarrrrrrrrrrrrrrrr e ganhar vidas pra Cristo em vez de gastar tempo falando do outros faca sua parte fazendo diferenca e criticando

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  11. Olá Anônimo,
    "vai orar"? Essa é a fala dos legitimadores das mazelas e acomodados. Saiba que a crítica leva à reflexão e tem seu papel. Isso também é fazer minha parte.

    Você acaba de escrever um comentário fazendo uma crítica ao meu texto. Isso me levará a analisar minhas atitudes na hora de escrever. Entendeu? Você poderia ter passado pelo blog, lido o texto e ido orar, mas não o fez. Parou, gastou tempo e teceu críticas ao que escrevi. Isso me ajudou de alguma forma.

    Assim crescemos e fazemos nossa parte. A palavra, a denúncia e o discurso têm seu papel nas transformações.

    Um exemplo? Os profetas faziam sua parte criticando. Então não me venha com sofismas...

    abraço

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  12. Keninho,

    Primeiro, parabéns pela reprodução do texto que escrevera antes.Muito interessante, profético e instigante. Parabéns!

    E segundo, você tem a alma de batista, pq não vem pra nossa igreja? srsrs

    Grande abraço meu amigo.
    Felicidades e sucesso pleno em seu ministério nesse ano de 2011.

    Alan Lemos

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  13. E por falar em CGADB a mesma regimentou na convenção de BH, que pastores que presidem Igrejas não poderiam ser candidatos politicos, caso candidatassem e eleitos os mesmos deveriam deixar a presidencia da Igreja durante o mandato , sendo assim perguntamos ? a AD Campinas e AD Praça da Sé ja tem novos pastores? Porque seus pastores tomaram posse como Dep. Federal e Estadual respectivamente, ou essa resolução ja caiu? ou não tem validade quando os mesmos forem filiados a Confradesp??? Duvidas???
    Que Deus tenha misericordia de nós com urgência…
    Grande Abç
    Dc. Paulo
    AD Belem – Interior do Estado SP

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  14. Olá Dc. Paulo,

    infelizmente, parece-me – isso falo como alguém que tem poucas informações a respeito das decisões da convenção de BH (depois pesquisarei sobre isso) – que sempre os interesses particulares estarão em primeiro lugar, independentemente das resoluções convencionais.

    abraços

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  15. Caro Kenner:

    Otimo texto e mui oportuno!
    mas... pelo menos SC serviu para democratizar a CGADB que nao tinha oposição e isso é péssimo para a democracia.

    Qdo SC saiu candidato a presidencia da CGADB, ele apresentou um plano para a mesma em que o presidente só poderia se reeleger uma unica vez, lembra?


    Então, o presidente da cGADB que naquela época estava com muito medo de perder a eleição, se antecipou e fez dessa proposta de SC, uma lei na CGADB, e foi aprovada na AGO.

    Olhando por esse angulo, foi ótima a participação de SC nas disputas da CGADB. Pq se nao fosse ele, nenhum pastor teria coragem de protestar contra a administração atual da CGADB.
    Concluindo somente por esse fato, poderia citar mais, SC hje é a melhor opção nesta fase de tarnsição da CGADB, pois o atual presidnete vai ter que passar o cajado a outro, e tomara que nao seja para seu filho, pois isos seria uma....aberração.


    Pr. Aderaldo Pires-AM

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  16. Prezados, convido-os a ler (se é que ainda não o fizeram) o artigo "Quando a Assembléia era de Deus", na página artigos, do blog www.gervoni.blogspot.com.
    A Paz do Senhor!
    Pr. Nelson Gervoni - filiado à CGADB (ainda!)

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  17. Olá Alan,
    que bom te encontrar aqui!
    Obrigado pela leitura e comentário.

    Alan, minha alma não só é batista, como também luterana, metodista, anglicana, assembleiana etc.; ela é ecumênica...rsrsrsr.

    Abração brother,
    sucesso e paz para o teu 2011 em todos os âmbitos.

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  18. Não podemos esquecer que quem faz a Assembléia de Deus somos nós.Não adianta ficar apontando os erros e não procurarmos ser atores ativos nessa história da qual fazemos parte.
    "Nós somos a geração do Centenárioooo!!"
    Desperta, tu q dormes!

    Mari

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  19. Olá Mari,

    obrigado por seu comentário. Com certeza! Precisamos agir. O primeiro passo é a identificação e denuncia (como fiz aqui). Depois, precisamos agir, onde estivermos, de maneira diferentemente. Mas os apontamentos crítico são também muito importantes, pois desencadeiam as reflexões, dando luz as futuras ações.

    abraço

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  20. Enilson R. Santos - Bahia10 de maio de 2011 17:36

    A paz do Senhor
    Irmão Kenner, gostei muito da sua abordagem quanto a situação da AD no Brasil e "o que se comemorar no centenário desta.
    Seu comentário é útil e digno de profunda reflexão pelos assembleianos,principalmente da liderança, a fim de que orem mais e reajam contra todo tipo de corrupção em nosso meio.
    Gostaria que você melhorasse seu perfio (idade, igreja, função que exerce na igreja).
    Deus em Cristo continue abençoando a ti aos teus.

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  21. Olá Enilson,
    A Paz de Cristo.

    Obrigado por seu comentário. NOssa reflexão fica bem clara nestes últimos meses que antecedem as comemorações do centenário; creio que você tem acompanhado. É uma vergonha para nós pentecostais!

    Sim, vou melhorar meu perfio e colocar as informações sugeridas. Obrigado pela sugestão.

    abraço

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  22. Realmente! O estado em que se encontra a nossa querida e amada Assembléia de Deus é deprimente... O que a cúpula tem feito é inaceitável.
    Concordo com essas críticas sobre o que fizeram com a nossa denominação, porém não podemos ficar somente em críticas isso não edifica! Em relação á Deus levantar líderes como Jeremias entre outros... VAMOS continuar orando, o SENHOR nos fará justiça, levantará lideres que realmente fazem a Sua vontade.
    Parabéns pelo texto!
    E VAMOS TODOS ORAR PARA QUE ESSA HISTÓRIA MUDE!

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  23. Lágrimas caem dos meus olhos,tenho absoluta certeza que se os missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren estivessemm vivos estariam envergonhados com essa lastimável situação, parabéns pela sua iniciativa profética, mas creio que o meu Deus, o nosso Deus se levantará e julgará os Elis,os príncipes sacerdotais, os farizeus e etc,que brincam com o todo poderoso,vou continuar orando, fizeram da casa do Senhor uma multinacional, e passe o tempo que passar Ele colocara à luz toda essa podridão.

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  24. Olá Andressa e Anônimo,

    Como parte desse jogo, temos a função profética de denuncia e ação. A própria denuncia já o é, mas podemos dar um passo a frente com nossas atitudes e posicionamentos, que serão de marcante importância.

    Obrigado pelos comentários, e continuemos orando e agindo.

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  25. Olá* Quero expressar a minha sincera desilusão com a fé dos irmãos, não estou defendendo e nem tomando partido, concordo que a Assembléia não é uma instituiçao porém seja vista como tal...
    Apontar o dedo, não nos fará mais leves o irmão não esta apenas desabafando e sim deixando claro o que pensa e dando nomes aos bois que por sinal saõ msm***Nós não aprende que devemos olhar pra Deus?
    Irmão, sou bem clara com esse fato, se está errado,Deus pode sim mover a sua mão e fazer cair por terra* Ja estamos contaminados com os más olhares, pois, enxergamos ao invés do Senhor somente os defeitos, concordo com o irmão em gênero e grau mais ao invés de ficar feliz por ser parte do Senhor na Assembléia, fiz foi ficar triste* Que isso não possa abalar a nossa fé* QUE POSSAMOS OLHAR SOMENTE O PAI E A ELE RENDER TODO LOUVOR E ADORAÇÃO ONDE QUER QUE ESTEJAMOS*

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  26. NOSSA, DE FATO VC DISSE TUDO...AMEI TUDO O QUE LI E DIGO MAIS HOJE VEMOS PASTORES QUE PARA FALR COM UM MENBRO PRECISA ATE DE SEGURANCA . POIS SAO POP STAR...

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  27. jesus precisou segurança?

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