quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Exegese de Josué 3,1- 5,15: Rio Jordão, Páscoa, Circuncisão e o Anjo de Javé


Circuncisão
(1470)
Andrea Mantegna

1. Introdução: descascando até o cerne de Js 3-5
O bloco de Josué dos capítulos 2-12 apresenta a conquista da terra de Canaã. O capítulo 1 serve como introdução, enquanto o capitulo 12 é um resumo final. Assim, os capítulos 2-11 compõem a parte central, formada por uma coletânea originalmente independente, na qual é narrada a conquista. Contudo, à luz de algumas pesquisas arqueológicas os lugares como Ai, desde 2400 a.E.C, e Jericó, na idade de Bronze Tardio, já estavam destruídos.
Alguns acreditam que os capítulos 2-9 são tradições benjamitas de Guilgal (DONNER, 1997; SOGGIN, 1972; SCHMIDT, 1994; GOTTWALD, 1988). Deste bloco, separam-se para formar uma perícope os capítulos compósitos 3-5 (SOGGIN,1972; SCHMIDT, 1994). No capítulo 2 temos o episódio dos espiões e Raabe (a sonah; a mulher autônoma). No capitulo 6 ela aparece novamente. Enquanto o capitulo 2 tem a conquista de Jericó como meta, os capítulos 3-4 apresentam-na passo a passo[1].
Em 3,1 começa a caminhada triunfante do povo em direção ao grande milagre (Jordão), a comemoração e marco histórico-salvífico (doze pedras) e a instalação (Guilgal). Depois, no capítulo 5, como adendo aos capítulos 3-4, aparece a tríade ritual: circuncisão, páscoa e aparição de Deus. Segundo a Bíblia Hebraica Stuttgartensia, Js 6,1 pertence a esse bloco e serve como uma ponte para o bloco que começa em Js 6,2.
O cerne Js 3-5 pode ser dividido em dois grandes blocos: 3,1 – 5,1 e 5,2-5,15. No primeiro bloco temos as seguintes subdivisões: 1-13 (preparação para travessia); 14-16a (o milagre); 16b-17; 4,10-11.14-18 (a travessia); 4,1-9 (as doze pedras); 4,12-13(leste para o Jordão); 4,19-5,1 (o arraial de Guilgal). No segundo bloco, a seguinte: 5,2-9 (a circuncisão em Guigal); 5,10-12 (a páscoa) e 5,13-15 (aparição do chefe do exercito de Javé [chamado profético]).
No primeiro bloco, a travessia do Jordão possui grande importância, pois são narradas desde os preparativos até posterior caminhada rumo a Jericó. No segundo bloco, ocorrem três momentos distintos que servem de preparação para as conquistas posteriores.
2. Coesão do Texto
O bloco de 3-5 é bem complexo e apresenta partes antigas e muitas explicações nitidamente deuteronomísticas. Como se percebe, por exemplo, em 3,15 (“... pois durante todo o tempo da colheita o Jordão transbordava e inundava suas margens”) 5,7 (“... precisavam disto, porque ninguém os havia circuncidado no caminho”).
Temos na coesão do texto o problema das partes 4,10-11 e 4,14-18 que retornam ao assunto de 3,16a-17, em que se narra a travessia do Jordão. Suggin, por isso, acaba colocando todos esses todos em um mesmo bloco de temas para exposição (SUGGIN,1972). Os versos 10-11 e 14-18 são também interrompidos pela travessia dos israelitas (12-13). Enquanto o verso 11 mostra que os sacerdotes e a arca já haviam atravessado, os versos 14-18 voltam à questão dos sacerdotes saírem do Jordão. Será que estas partes pertenciam anteriormente ao capítulo 3 e foram divididas pelo episódio das doze pedras? Nos versos 10-11 os sacerdotes simplesmente saem do rio, pois eles ficaram lá até todo o povo passar (3,16-17; 4,11). Contudo, o livro de Josué em 4,16 volta a falar da saída dos sacerdotes, mas agora como ordem de Deus. Será esse um estilo deuteronomistico de “re-explicar” um mesmo fato, mas com teor mais divino? “Tudo quanto o Senhor mandara”, do verso 11, tem a ver com a ordem divina aos sacerdotes, por meio de Josué, de 4, 16-17? O que se percebe é a falta de continuidade da narrativa e as interrupções que não conseguiram ser disfarçadas.
Em 3,1 temos a introdução à caminhada, desde a preparação até a travessia. No entanto, Js 5,1 serve como ponte do bloco 3-4 para Js 5,2, em que é relembrado o milagre de Javé e o medo dos reis amorreus e de toda a Canaã. Tanto o primeiro bloco como o segundo se separam por informações temporais (3,1 temos madrugada e 5,2 naquele tempo) e geográficas (3,1 de Setim ao Jodão e em 5,2-3 morro da circuncisão).
3. Análise das Formas, Lugar Vivencial e Autor do Bloco 3-5
O texto é vazado por narrativas etiológicas com extensas explicações, que dão razão a muitas práticas. A figura de Josué é afirmada como líder escolhido por Deus, como foi Moisés. Por isso, os paralelos: Milagres sobre sua liderança (rio de Juncos/Mar Vermelho [Moisés] e rio Jordão [Josué]), festa pós-milagre (dança de Mirião [Moisés] e celebração das doze pedras [Josué]); experiência com Deus (Sarça e pés descalços [Moisés], chefe do exercito de Javé e pés descalços [Josué]).
E mais, em 3,7 aparece o Senhor afirmando que exaltaria a Josué para comprovar que era com ele como fora com Moisés; isso antes do milagre do Jordão. Depois do milagre, em 4,14 é afirmado que ele foi exaltado e o mesmo respeito a Moisés agora era dado a ele. Parece que os redatores utilizaram a narrativa do Jordão com um único propósito: comparar a autoridade de Josué com a de Moisés.
Desta forma, a imagem de Moisés e suas experiências são relembradas na figura de Josué, que conquistaria a terra da promessa, que nem mesmo Moisés pode tocar. Essa tomada é santa, porque desde a entrada com a arca e os sacerdotes, até as práticas rituais que antecedem, carregam o imaginário sagrado.
Estamos em um cenário exílico do século VI a.E.C, no qual os ritos da circuncisão e páscoa são lembrados com nostalgia e o povo deseja novamente celebrá-los. Por sua densa narrativa, com explicações exaustivas, podemos perceber as mãos deuteronomísticas. Gottwald afirma que a forma literária predominante em Js 1-12 é saga etiológica. Os motivos etiológicos estavam ligados às narrativas já existentes que recebiam mudanças de forma e conteúdo. Para ele as narrativas de 3,1-5,1 foram moldadas por um decreto ritual da atravessia até Jericó. Assim é possível acreditar que foram utilizados tradições e textos antigos do sétimo ou oitavo séculos para novas elaborações (GOTTWALD, 1988).
4. Lendo o Texto e Olhando o Redator
Os conteúdos podem ser expostos de acordo com as divisões e subdivisões apresentadas acima, levando em consideração que até mesmo nessas podemos ainda perceber outras divisões menores. Os dois Blocos maiores são: 3,1- 5,1 e 5,2-5,15. Destes podemos fazer as demais divisões.
Bloco 3.1 – 5,1
3, 1-13
Nesta parte temos os preparativos para a atravessia do Jordão. O verso 1 serve como uma introdução, que narra a saída de Setim (parte da estepe que une o Mar Morto ao Nordeste) até as proximidades do Jordão.
Três dias, depois da chegada às proximidades do Jordão, os soterim ordenaram ao povo que se seguisse a arca a distância (3,2-4). Estes mesmos “soterim” aparecem também em Js 1,10. A BJ traduz soterim como “escribas”, mas a CNBB como “responsáveis do povo”.
O texto fala da sacralidade da arca que deveria ser respeitada. Por isso a distância pedida pelos soterim. Talvez, seja um texto deuteronomístico fora de lugar, porque logo no verso 5 aparece Josué pedindo a purificação para no outro dia terem a experiência da atravessia do Jordão. Logo nesse verso ele já ordena que os sacerdotes levem a arca, e depois no verso 8 o Senhor novamente deu a mesma ordem. Ou seja, o que Josué ordenara era uma ordem do próprio Deus. Assim, é legitimada a liderança de Josué. E, ainda, o verso 7 pressupõe-se que “Deus é visto como o que conduz toda a história (3, 9-11)”. O verso 12 interrompe a narrativa para falar dos doze homens.
Assim, Josué anuncia no verso 13 que os pés dos sacerdotes, com a autoridade da presença da arca, ao serem colocados no rio, dividi-lo-ia. Ou seja, no texto o toque dos pés é sinal de conquista e herdade.
3, 14-16a
Nesta parte é narrado o milagre propriamente dito. O acampamento foi levantado e logo à frente se posicionaram os sacerdotes com a arca. Quando os pés dos sacerdotes tocaram nas margens, que estavam inundadas (como explicam os redatores), o rio parou em Adam, que ficava ao norte de Jericó e Guilgal.
Este tipo de fenômeno seria possível de maneira natural. Segundo Suggin, o fenômeno natural serviu de exemplo para ilustração dos redatores, e foi aplicado à história da chegada até Guilgal. Essa experiência tem seu paralelo com Ex 14. Assim, o tema do milagre de Moisés é retomado, com novas imagens, com o objetivo de dar autoridade ao novo líder que precisava organizar a conquista. Por isso, esta parte precisa ser lida em paralelo ao texto mosaico.
3, 16b-17; 4,10-11. 14-18
No momento em que o rio Jordão secara, imediatamente o povo atravessou-o na altura de Jericó. No v.17 lemos que os sacerdotes ficaram parados até todos passarem. Os redatores fazem questão de afirmar que passariam de pés enxutos. Aqui novamente o pé é lembrado, informando a conquista. Esta parte precisa ser ligada ao verso 10 do capitulo 4, pois é informado que ali continuaram os sacerdotes e o povo ainda estava passando. Vemos que em 4,1 a nação já tinha atravessado e foi pedido que buscasse as doze pedras, mostrando que esse texto deveria estar depois de 4,18.
Somente depois que se cumpriu tudo quanto o Senhor mandou Josué dizer ao povo (4,10), os sacerdotes atravessaram com a arca para o outro lado. Os versos 14-18 do capítulo 4 devem ser lidos logo depois dos 10-11 desse capítulo, pois aqui se tem uma conclusão e resultado da grande travessia: o engrandecimento de Josué. Os versos 15-18 são uma duplicação de 10-11, que novamente mostra a cena dos sacerdotes saindo da água, e agora é apresentado o detalhe, não dito em 10-11, de que o rio voltou correr novamente. A afirmação de Josué e essa repetição são trabalhos redacionais deuteronomisticos, os quais utilizaram uma ilustração para mostrar a autoridade de Josué.
4,1-9
O que foi previsto em 3, 12 é agora colocado em prática. Depois de atravessarem, o Senhor volta a falar com Josué. Interessante como Javé fala com Josué, parece-se com maneira com qual falava com Moisés. De forma simbólica, Javé ordena que doze homens sejam escolhidos de cada tribo para pegarem as pedras no meio do Jordão. Pelo que parece, os sacerdotes ainda estão parados no meio do rio. Então as pedras são colocadas onde eles iriam pernoitar. Essas pedras seriam um marco para o milagre de Javé. O estranho é que no verso 9 é dito que Josué deixou doze pedras no meio do Jordão, enquanto os doze escolhidos as deixaram do outro lado do mesmo Jordão. Será que houve dois memoriais? De onde vem essa tradição que colocava as doze pedras no meio do Jordão? Será que estamos diante de uma junção de duas tradições? Temos aqui um resquício de uma tradição mais antiga dessa história? Ou será esse versículo um adendo deuteronomístico de centralização da figura de Josué? Esta narrativa é considerada como uma narrativa etiológia construída, talvez, sobre uma narrativa existente, mas qualquer conclusão a respeito sempre será hipotética.
4,12-13
Nesta parte, aquilo que foi ordenado por Josué, em Js 1,1-16, e que era uma ordem de Moisés, colocado-se em prática. As tribos de Rubem, Gad e a meia tribo de Manassés, mesmo já tendo suas terras, deveriam ajudar seus irmãos. Contudo este texto está fora de lugar e deveria ser ligado às narrativas da conquistas de Jericó. Aqui ele só reafirma a autoridade Josué. Essa autoridade sempre é ligada a Moisés, seja no sentido de ações paralelas, como também no fiel cumprimento daquele às ordens deste. Talvez, tenhamos aqui um antigo fragmento de expedição militar utilizado pelos redatores deuteronomistas (SOGGIN, 1972).
4,19 – 5,1
Esta parte começa no v.19 com uma segunda indicação cronológica (a primeira está em 3,2a), ou seja, em 10 de Nisan. Somos informados que o povo se acomodou em Guilgal, que significa “circulo de pedras”. Esta palavra se tornou nome próprio para vários locais. A Guilgal de Josué fica entre o Jordão e Jericó. A tradição coloca neste local a aclamação de Saul. No tempo de seu reinado ela se tornou grande centro político e religioso. Podemos conjecturar que Guilgal era um centro religioso com grande importância, por isso o redator utiliza-a em sua obra. A Guilgal é ligada às memórias da primeira circuncisão em Canaã (5,1-9) e à primeira páscoa (5,10-12). Os profetas reprovaram Guigal porque virou símbolo de opressão (Os 4,15; 9,15; 12,12; Am 4,4). Na estratégia deuteronomistica, Guilgal se tornou, por um tempo, um centro de inteligência para Israel na suas conquistas.
Nos versos 20-23, fala-se novamente sobre as doze pedras. Elas são colocadas em Guilgal e servem como memorial para que todos saibam o que fez Deus. Isso serviria para duas coisas: 1) temor das nações a Javé e 2) demonstrar que como aconteceu com Moisés se fez com Josué. Este segundo ponto está bem presente em todo bloco 3-5. Os redatores fazem de Josué uma figura emblemática a ponto de torná-lo parecido com Moisés.
Js 5,1 é uma emenda deste bloco para o outro. Sua redação está ligada à questão do memorial em Guilgal, pois o temor que era previsto atingia as nações. Desta forma, o texto é amarrado e se continua a história em um grande cenário litúrgico vivido no período exílico, que é explicado à luz de suas raízes históricas em Guilgal.
Bloco 5,2 – 5,15
5,2-9
Nesta parte é narrado o episódio da circuncisão feita em Guilgal. Javé ordena a Josué que faça a circuncisão em todos, pois ainda não eram circuncidados. A circuncisão era uma prática realizada por outros povos antigos, inclusive o egípcio (citado no verso 8). Nesta prática, os motivos higiênicos, rituais e cerimoniais se inter-relacionam. Historicamente, segundo pesquisas mais recentes, o uso da circuncisão como símbolo de pertença a Javé deve ser datado no período exílico, quando os outros povos começaram deixá-la de lado; por isso a ênfase dada por Israel a essa prática para caracterização como povo (De VAUX, 1968).
Nos versos 4-6 temos uma grande explicação da razão do povo ainda não estar circuncidado. Aqui é retomada a tradição da peregrinação no deserto e ligada à prática no exílio da circuncisão. Sem templo, a circuncisão e páscoa exerciam papeis fundamentais. Por isso, estamos em um contexto litúrgico do VI século a.E.C. Nos versos 8-9, temos outra etiologia para o nome Guilgal.
5,10-12
Em Guilgal também é celebrada a páscoa. O texto diz que foi celebrado no dia quatorze. A páscoa era um ritual muito antigo, tipicamente pastoril, celebrada entre alguns povos do mundo antigo na lua cheia da primavera, quando era sacrificado um animal para fecundidade de todo o rebanho. Neste ritual o sangue do sacrificado era aspergido nas estacas das tendas e mais tarde nas casas, para afastar os poderes malignos. Talvez, a partir do século VII a.E.C a páscoa começou a ser realizada em Israel no dia 14 de Nisan, na primeira Lua cheia da primavera.
No pós-exílio (Lv 23,5-8; Nm 28,16-25; Ex 12, 1-20. 40-51), a páscoa começou a ser realizada desde o dia 10 com a separação do animal macho, para no dia 14 ser degolado à noite. A partir do dia 15, comiam-se os pães asmos. G. Fohrer explica que a festa dos Ázimos e a Páscoa eram diferentes celebrações que foram unidas na redação deuteronomística. (FOHRER, 2006).
Com a celebração da Páscoa e dos Ázimos, o maná cessa, pois não precisariam mais do mantimento caído do céu, pois a terra que começavam conquistar os manteria. Esta cena é litúrgica, de um contexto sem templo, do século VI, quando a circuncisão e a páscoa tinham valor fundamental. Com a aparição do Chefe do Exercito do Senhor, fecha-se a tríade para o início da conquista, que é vista como uma ação de Deus e celebrada no culto exílico.
5, 13-15
Os versos 13-15 é uma espécie de apêndice enxertado no capítulo 5. Parece ser uma tradição perdida que foi utilizada pelo redator. O episódio é parecido com a chamada de Gideão. Lendo o livro de Josué com Juízes, podemos supor que Josué é uma espécie de juiz transformado pelos deuteronimísticos como líder geral e modelo para os outros? O professor Schwantes trata esse momento como um chamado profético.
O verso 13 diz que o povo estava nos arredores de Jericó. Josué, então, vê um ’ish (homem), com uma espada na mão. O personagem diz ser o chefe do exército do Senhor. Quando Josué percebe que aquele ser tem relação com Javé, ele se prosta em sinal de reverência e temor. A íntima relação entre Ex 3, 2-5 e Js 5,14-15 leva-nos a pensar que Malak Javé e Chefe do Exercito do Senhor se referem à mesma figura. Segundo Fohrer, o malak de Javé sempre é um ministro subordinado a Javé, que aparece com uma revelação ou auxílio. Mas, às vezes, as expressões “Malak de Javé” e “Javé” são mutuamente permutáveis (FOHRER, 2006). No texto de Josué, talvez este seja, na realidade, o próprio Javé, garantindo a Josué que Ele próprio estaria presente durante a batalha (como a Nuvem era para Moisés). E, ao mesmo tempo, mostrando mais uma tradição paralela à de Moisés: o chamado profético. A mesma imagem de tirar as sandálias de Ex 3,5 aparece em Js 5,15.
Assim temos um contexto litúrgico sem templo, no qual são reformuladas tradições nas mãos de redatores exílicos, que garantem a Josué uma autoridade tal qual a Moisés. Os mesmos milagres, a mesma aproximação com Javé e o mesmo chamado tecem um enrede que serve de introdução para as conquistas que se iniciarão no capitulo 6. Este enredo é narrado em um contexto litúrgico exílico de caráter deuteronomístico.
São histórias, segundo M. Noth e A. Alt, que não teriam quase nenhuma ligação entre si, mas que foram usadas para explicar alguns costumes e fronteiras (apud BRIGTH, 2003).

[1] Essa afirmação se encontra em um dos textos não publicados das exegeses feitas pelo professor Milton Schwantes em suas aulas no programa de pós-graduação na UMESP, no curso de “Literatura Antiga do Mundo Bíblico”, no ano de 2008.

4 comentários:

  1. Olá Severino,
    é um prazer receber-te aqui.

    abraço

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  2. Muito bom, Kenner.
    Que Deus o Senhor da História continue te abençoando. Um abraço.

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  3. Olá Francikley,

    agradeço-te pelas palavras...
    abraço

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